Aposentadoria, auxílio-doença, BPC/LOAS, salário-maternidade, pensão por morte e revisão de benefício. Eu analiso o seu histórico por inteiro e te explico o que se aplica ao seu caso — para você saber quando pode se aposentar, qual valor pode receber e como evitar erros que atrasam ou reduzem o seu direito.
Para quem quer entender o próprio caso, sem complicação.
Acha que ainda falta muito tempo ou desconfia que já poderia ter parado.
Ninguém te deu uma resposta clara, e você segue contribuindo sem saber até quando.
Ou o perito disse que você pode
trabalhar, mesmo sem você se sentir capaz. E agora você não sabe se recorre, se pede de novo ou se aceita.
Você trabalhou anos, contribuiu, e o valor não fecha com o que imaginava. Sem saber se o cálculo do INSS está certo, não dá para decidir se vale pedir revisão.
Agora tem medo de errar de novo, perder tempo ou chegar na perícia sem os documentos que deveria ter guardado.
Quem quer saber quando pode se aposentar costuma chegar com uma data vinda do simulador do INSS. Ela quase nunca é a única possível.
Na aposentadoria por tempo de contribuição eu levanto todo o seu CNIS, verifico períodos faltando ou registrados errado e comparo as regras de transição que se aplicam a você.
Você termina sabendo as datas possíveis, o valor estimado da aposentadoria em cada caminho e o que resolver antes de dar entrada.
O auxílio-doença é o benefício por incapacidade que mais volta negado pelo INSS, quase sempre por laudo médico incompleto ou por uma perícia feita sem a pessoa saber o que levar.
Eu analiso os seus laudos e o seu histórico de contribuição e explico o que costuma pesar na perícia do INSS. Se o INSS já negou o seu auxílio-doença, verifico o motivo da negativa e te digo quais caminhos ainda existem, por recurso administrativo ou por ação judicial.
O BPC/LOAS não depende de ter contribuído com o INSS.
É o benefício assistencial de um salário mínimo para idosos a partir de 65 anos e para pessoas com deficiência em situação de baixa renda — incluindo crianças e adultos com autismo, que a lei reconhece como pessoas com deficiência.
O que costuma travar o pedido é a renda familiar, o cadastro no CadÚnico e a avaliação da deficiência, feita por perícia médica e avaliação social. Eu confiro se você preenche os requisitos antes de dar entrada e organizo os laudos que fazem diferença nessa avaliação.
A Lei 12.764/2012 reconhece a pessoa com transtorno do espectro autista como pessoa com deficiência para todos
os efeitos legais. O BPC para autista pode ser pedido independentemente do grau de suporte, desde que a família se enquadre no critério de renda e a avaliação do INSS reconheça os impactos no dia a dia.
Nessa avaliação pesam muito os relatórios de quem acompanha a criança: laudo médico com o CID, relatórios de fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia, e o relatório da escola. Eu ajudo a reunir e organizar essa documentação antes do pedido.
Muita gente deixa de pedir o salário-maternidade achando que é só para quem tem carteira assinada, ou que já perdeu o prazo.
Autônomas, MEI, contribuintes individuais, desempregadas dentro do período de graça, seguradas especiais e mães adotivas também podem ter direito, e o pedido pode ser feito tempos depois do nascimento, dentro do prazo previsto em lei. Eu verifico os seus vínculos com o INSS na época, confiro se ainda dá tempo e cuido do pedido.
A análise previdenciária é para quem ainda não vai pedir nada, mas quer saber onde está. Eu levanto o seu histórico completo — CNIS, tempo de contribuição, vínculos, carnês, períodos sem recolhimento e, quando for o caso, comprovação de atividade especial — e monto os cenários possíveis, com data e valor estimado de cada um.
É o planejamento previdenciário: você termina sabendo o que já tem, o que falta e qual caminho faz mais sentido, em vez de descobrir a falta de uma prova quando já não dá para recuperar.
Atuo também em:
É tentador pesquisar no Google, assistir a um
vídeo ou confiar na experiência de alguém que
“já passou por isso”.
Mas mesmo duas pessoas com a mesma idade
e uma vida inteira de trabalho podem ter
direito a benefícios bem diferentes.
O tempo de contribuição, a categoria em que você contribuiu, os valores recolhidos, os períodos sem contribuição e até as regras de transição da Reforma da Previdência mudam de pessoa para pessoa. E mudam o resultado final do pedido.
Uma pessoa trabalhou em condição especial e outra não.
Uma tem uma lacuna no
histórico de contribuição
e outra não.
Uma guardou todos os documentos e outra perdeu informações importantes pelo caminho.
Você me chama no WhatsApp e eu mesma respondo.
Faço uma breve triagem para entender sua situação e dizer se é um caso em que eu posso ajudar. Você não se compromete com nada nesse primeiro contato.
Dependendo do caso, já marco uma reunião online para esclarecer suas dúvidas.
Em uma chamada de vídeo, conversamos com calma sobre o seu caso.
É o momento de tirar suas dúvidas e explicar quais são seus direitos e os próximos passos possíveis.
Solicito seu CNIS, carteira de trabalho, laudos médicos e demais documentos necessários para o seu caso.
Também explico como é feita a análise previdenciária e o que ela vai trazer, para que você entenda exatamente o que está sendo analisado.
Marco uma nova reunião para entregar o resultado completo da análise, explicando tudo o que foi levantado e o que isso significa para o seu caso.
Com base no resultado, apresento os serviços possíveis para o seu caso e o investimento de cada um.
A partir daí, você decide como quer seguir.
Advogada previdenciária · OAB/SP 339.010
Não atendo de forma massiva.
Escolhi o Direito Previdenciário porque sei o quanto é duro ver pessoas que trabalharam a vida inteira contribuindo para o INSS receberem negativas injustas, benefícios com valores menores do que deveriam ou simplesmente não saberem por onde começar.
Gosto de caminhar ao lado de cada cliente rumo à aposentadoria sonhada ou à segurança financeira necessária diante de uma doença ou da chegada de um filho.
Sou eu quem conduz seu caso, desde o primeiro contato até a finalização do serviço.
Nada é repassado para terceiros.
Você tem acesso a um aplicativo onde pode consultar a posição do seu processo a qualquer momento.
Além disso, recebe atualizações mensais sobre o andamento do seu caso.
Antes de qualquer decisão importante no seu processo, explico as possibilidades em uma reunião online, para que você entenda o que está em jogo e participe da escolha.
Você não fica sozinho depois de dar entrada no pedido.
O acompanhamento continua durante todo o processo, até a decisão final do INSS.
O atendimento é 100% online,
para facilitar seu acesso de
onde você estiver.
Se preferir, também é possível realizar o atendimento presencialmente em Araraquara/SP e Mogi das Cruzes/SP.
Sim. O atendimento é 100% online, disponível para todo o Brasil e também para brasileiros no exterior.
O atendimento presencial está disponível em Araraquara/SP e Mogi das Cruzes/SP, para quem preferir.
Geralmente solicito extrato do CNIS, carteira de trabalho, laudos médicos e demais documentos relacionados ao seu caso específico.
Não. O primeiro contato serve para eu entender a sua situação e dizer se é um caso em que posso ajudar. Você não se compromete com nada.
Depois de entender o seu caso, você decide como quer seguir.
Sim. Na verdade, esse é o melhor momento: antes de dar entrada, para evitar erros que podem atrasar ou prejudicar seu pedido.
O INSS tem prazos legais que variam conforme o tipo de benefício:
Salário-maternidade
até 30 dias
Auxílio por incapacidade temporária
(conhecido como auxílio-doença)
até 45 dias
Pensão por morte e auxílio-acidente
até 60 dias
Aposentadorias em geral e BPC/LOAS
até 90 dias
Esses são os prazos previstos em lei. Na prática, o tempo pode variar.
Uma negativa não é definitiva. É possível pedir revisão administrativa, entrar com recurso ou até mesmo com ação judicial, dependendo do motivo da negativa e do tempo passado desde a decisão.
Faço uma análise do seu caso para identificar se há erro na avaliação do INSS e qual caminho pode ser seguido.
Nesse caso, procuro entender o motivo que trouxe você até mim.
Antes de qualquer coisa, oriento que entre em contato com o advogado responsável pelo seu processo para que ele esclareça suas dúvidas.
Caso ainda assim deseje me contratar, será necessário apresentar um documento que comprove a rescisão do contrato com o advogado anterior.
A pessoa com autismo é reconhecida por lei como pessoa com deficiência, então pode pedir o BPC.
O direito depende de dois pontos: a renda familiar dentro do limite previsto em lei e a avaliação do INSS, que considera os impactos do transtorno na vida diária. Analiso os dois antes de dar entrada e explico o que a documentação precisa mostrar.
Se você tem uma dúvida, uma decisão ou uma situação previdenciária importante para resolver, não precisa tomar
o próximo passo com base no caso de outra pessoa.
Seja antes de pedir um benefício, diante de uma negativa do INSS ou para entender quando e como se aposentar, o primeiro passo é entender o que se aplica à sua situação.
Conversa inicial pelo WhatsApp, sem compromisso.
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Beatriz Albuquerque
Advogada previdenciária · OAB/SP 339.010
Atendimento online para todo o Brasil e brasileiros no exterior.
Presencial em Araraquara/SP e Mogi das Cruzes/SP.
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